PRECONCEITO NO ESPORTE (RODA DE CONVERSA)

Introdução

Explorando o tema “Corpo e Esporte” fundamentado no debate sobre o preconceito, esta roda de conversa, indicada para alunos do 8º e 9º ano e com tempo estimado entre 40 e 50 minutos, é uma oportunidade de explorar o tema de maneira multissemiótica e lúdica. Abaixo, seguem-se as etapas de trabalho tanto para docentes como para alunos.


1. Acolhida inicial (5 min)

  • Organizar a turma em círculo.
  • Explicar que o objetivo da conversa é refletir sobre as mensagens do filme e relacioná-las com a realidade.
  • Lembrar que todos terão oportunidade de falar, e que devemos respeitar a opinião do outro.

👉 Disparador:
“Vocês assistiram ao filme e responderam ao questionário. Agora, quero que a gente pense junto: o que a história de Gabby pode nos ensinar sobre esporte, corpo e preconceito?”

2. Questões norteadoras (30 min)

Bloco 1 – Corpo e esporte
  • Em que medida o corpo de um atleta é “construído” socialmente?
  • Por que existem esportes considerados “elitizados”?
  • O que significa dizer que alguns corpos são mais valorizados do que outros no esporte?
Bloco 2 – Preconceito no esporte
  • No filme, Gabby sofreu preconceito por ser negra e por causa do cabelo. Vocês acham que esse tipo de preconceito ainda existe no Brasil? Onde?
  • Já viram ou ouviram exemplos de atletas brasileiros que enfrentaram racismo ou discriminação?
  • O esporte pode ser um espaço de combate às desigualdades? Como?
Bloco 3 – Vivências pessoais
  • Alguém aqui já passou por alguma situação de exclusão em práticas esportivas ou atividades físicas?
  • O que poderíamos fazer como colegas de turma para apoiar quem sofre preconceito?

3. Atividade de síntese (10–15 min)

  • Dividir a turma em pequenos grupos (4–5 alunos).
  • Cada grupo deve discutir e registrar uma proposta de ação para tornar o esporte (na escola e fora dela) um espaço mais inclusivo.
  • Depois, cada grupo compartilha rapidamente com todos.

4. Fechamento (5 min)

  • Professor retoma as ideias principais:
    • O corpo no esporte é atravessado por padrões sociais e culturais.
    • O preconceito no esporte é real e precisa ser enfrentado.
    • A história de Gabby Douglas mostra que, com apoio e determinação, é possível romper barreiras.
  • Encorajar os alunos a pesquisar sobre atletas brasileiros negros, indígenas, mulheres ou de origem humilde que fizeram história, para apresentar em uma próxima aula, bem como a responderem a autoavaliação que estará disponível no site Padlet, por meio do link: https://padlet.com/0daniel5da1silva/gin-stica-de-condicionamento-f-sico-f0plrl24z374ltu8
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5. Expansão (textos complementares)

Para se aprofundar ou auxiliar no debate, eis algumas reportagens que discutem a questão racial e o esporte. São sugestões para mestres e alunos para enriquecer a roda de conversa e trazer a discussão para a realidade de nosso esporte.

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